12 outubro 2013

Resenha | Meu amor, meu bem, Meu querido

 Salve galera!!
 Como vocês já sabem, fui convidada a ser colunista do blog "Vícios em páginas". Esta é a minha resenha postada  originalmente por mim lá no blog. Vamos conferir?



                                          Nome: Meu amor, Meu bem, Meu querido
Autor: Deb Caletti
Tipo: livro
Páginas: 238
Editora: Novo Conceito
ISBN: 978-85-8163-158-5



Sinopse Skoob: É verão no nordeste da cidade de Nine Mile Falls e Ruby McQueen, de 16 anos, comumente conhecida como A Garota Calada, está saindo com o maravilhoso, rico e louco por emoções Travis Becker. No entanto, Ruby está num beco sem saída e percebe que se arrisca cada vez mais quando está com Travis. Em um esforço para manter Ruby ocupada, sua mãe, Ann, a arrasta para o clube de leitura semanal que ela comanda. Quando descobrem que uma das criadoras do clube é a protagonista de uma trágica história de amor que estão lendo, Ann e Ruby planejam um encontro dos amantes de longa data. Contudo, para Ruby essa missão acaba sendo muito mais do que apenas uma viagem...


 Opinião:     


    Não julgue um livro pela capa.
   Não há muito que se falar de um livro que você não gosta. Quando vi “Meu amor, meu bem, meu querido” imaginei logo um louco, tedioso e meloso romance de dois jovens pelas ruas de Paris. Não sei por que eu pensei em Paris, mas acertei em apenas uma coisa: O adjetivo tedioso caiu muito bem.

   A expectativa de um grande romance surge ao contemplar da capa e desaparece logo nas primeiras páginas. Não nego que fiz um grande esforço para concluir o livro, vez ou outra era sugada a devaneios onde recordava muitas das típicas fofocas de uma vizinhança antiga sobre alguma garota meiga de família tradicional que se apaixona e se agarra a uma aventura para mudar a percepção das pessoas para com ela. Clichê.
 A cada parágrafo fui consumida pela ânsia descontrolada de estapear e apertar minhas mãos com fervor no lindo pescoço da Ruby, a protagonista. Eu sei que sinto vontade de bater em qualquer personagem, mas a Ruby foi um caso mais que especial.
 Por mais que me doa – e doe muito – a autora fraquejou neste romance, nos apresentando algo tão trivial quanto o que tornou a leitura deveras cansativa. No entanto, a ideia de entrelaçar gerações e a maneira intrínseca utilizada pela autora foi surpreendente.
 Contudo, apesar de entrar na minha lista dos “Nunca Mais”, não posso deixar de recomendá-lo. O ponto de vista é algo muito pessoal e adoraria saber o seu. Para Meu amor, meu bem, meu querido, infelizmente, beijo algum.
Beijos, Milla Almeida.

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