07 abril 2014

Lidos Em | Março/2014


 FICÇÃO BIOGRÁFICA MOSTRA A VIDA DE KARDEC E A GÊNESE DO ESPIRITISMOCom prefácio de Marcel Souto Maior, autor do livro “As vidas de Chico Xavier”, da editora LeYa Brasil, Kardec é uma ficção histórica em quadrinhos. A obra transporta o leitor para a França do século XIX, onde as ideias metafísicas borbulhavam, e acompanha Hippolyte Léon Denizard Rivail durante sua busca por respostas sobre a existência humana. O livro acompanha a investigação de Rival, então pedagogo e estudioso do eletromagnetismo, dos fenômenos sobrenaturais, vividos nas reuniões de “mesas girantes”, em que objetos inexplicavelmente se moviam até tornar-se Allan Kardec, o codificador do espiritismo, psicógrafo e principal divulgador da doutrina do espiritismo. Conheça onde tudo começou. 










Na cidade de New Bedford, em Massachusetts, o marinheiro Ismael conhece o arpoador Queequeg e, juntos, partem para a ilha de Nantucket em busca de trabalho no mercado de caça às baleias. Lá, eles embarcaram no baleeiro Pequod para uma viagem de três anos aos mares do sul. Entre eles, tripulantes de diversas nacionalidades: os imediatos Starbuck, Stubb e Flask; os arpoadores Tashtego e Daggoo, além de Ahab, o sombrio capitão que ostenta uma enorme cicatriz do rosto ao pescoço e uma perna artificial, feita do osso de cachalote. Obcecado por encontrar a fera responsável por seus ferimentos e que nenhum arpoador jamais conseguiu abater - a temível "Moby Dick" -, o capitão Ahab conduz o baleeiro e toda a sua tripulação por uma rota de perigos e incertezas.








Primeira reunião de contos de Stephen King desde Pesadelos e Paisagens Noturnas, o livro apresenta o mestre do terror em grande forma. Na obra destacam-se contos como "Andando na bala", o mais bem-sucedido e-book de todos os tempos, que atraiu meio milhão de leitores online no mundo todo; e narra a história de Alan Parker, um jovem universitário que precisa viajar urgentemente para visitar a mãe hospitalizada. Ao aceitar aquela carona no meio da noite, Alan só pensou que precisava chegar logo a seu destino. No meio do caminho, percebe que aquele estranho motorista poderia ter outros planos para aquela viagem... No entanto, já era tarde demais.

Em "1408", conheça Mike Enslin. Ele nunca acreditou nos fantasmas que adorava apresentar em seus livros de terror ? entretanto, uma única noite no misterioso quarto 1.408 é capaz de acabar com muitas de suas certezas e, quem sabe, até com sua própria vida.

No conto "Tudo é eventual", que dá título ao livro, Dink é um adolescente e consegue seu primeiro emprego. Vai ter que morar longe da mãe mas, pensando bem, isso não chega a ser um problema. Ele só precisa navegar pela Internet e tem que gastar cada centavo da bolada que recebe semanalmente. Tudo parece bom demais para ser verdade, até que ele passa a desconfiar de que coisas muito estranhas acontecem quando aperta o mouse. Ele não tem ninguém por perto para dividir seus medos e qualquer decisão sua pode ser fatal.

Essas são algumas das histórias que aguardam você. Um livro intenso, sinistro e envolvente com a inconfundível marca do mestre do horror.

Essa edição de "Tudo é eventual" vem num formato especial, o que tornou o seu valor mais barato. Trata-se, portanto de um produto novo no mercado.



 Catorze anos após o último livro , a autora Helen Fielding nos apresenta uma nova e completamente fascinante fase na vida de Bridget, em seus 50 anos, viúva, mãe de dois filhos na Londres contemporânea, Bridget retoma seu diário abandonado e mostra que continua a mesma, e ainda mais viva - e ativa - do que nunca. O tempo se encarregou de trazer à sua vida outros dramas e dilemas, mas não levou embora seu jeito estabanado e a personalidade luminosa sem a qual ela não poderia enfrentar os momentos comoventes que a aguardam. Além de não descuidar da balança e manter-se longe dos cigarros, agora ela também precisa se preocupar com sites de relacionamentos, o número de seguidores no Twitter e os perigos de trocar mensagens de texto depois de algumas taças de vinho. Ainda às voltas com os amores, Bridget tropeça em novas confusões e tenta em vão se esquivar das gafes que ajudaram a consagrá-la como uma das personagens mais divertidas da literatura feminina, enquanto figuras antigas e recentes desfilam por sua vida - sobretudo um garoto misterioso que vem para balançar seriamente suas certezas. 




Seis Coisas Impossíveis
 Dan Cereill levou um encontrão da vida: seu pai faliu, assumiu que é gay e separou-se de sua mãe, tudo de uma vez só. Enquanto isso, sua mãe recebeu de herança uma casa tombada pelo patrimônio histórico que cheira a xixi de cachorro, mas que não pode ser reformada... E, agora, Dan está vivendo em uma casa-relíquia que parece um chiqueiro, com uma mãe supertriste e sem conseguir falar com o pai — que ele ama muito. Suas únicas distrações são sua vizinha perfeita, Estelle, e uma lista de coisas impossíveis de fazer, como: 1. Beijar a garota. 2. Arrumar um emprego. 3. Dar uma animada na mãe. 4. Tentar não ser um nerd completo. 5. Falar com o pai quando ele liga. 6. Descobrir como ser bom e não sair abandonando os outros por aí... Mas impossível mesmo será: 1. Não torcer para que Dan supere seus problemas. 2. Não rir muito com os devaneios dele. 3. Não querer ter um cachorrinho como Howard. 4. Não desejar que a mãe de Dan encontre a felicidade. 5. Parar de ler este livro. 6. Não querer abraçar o livro depois de tê-lo terminado...






 São livros, não são? E porque não os contaria na minha lista de #Lidos? Ambos tem 10 páginas. e são coloridos e divertidos como todo livro infantil.




















 Fiz também a releitura do livro Diário do Farol para apresentar a resenha aqui pro blog. Preciso relembrar que é um dos meus favoritos?


 Diário do farol é o relato autoral de um clérigo amoral e inescrupuloso, que no outono da sua existência resolve inventariar seu rosário de maldades, perpetradas com requintes extremos desde a infância no seminário - de início, sob o pretexto de vingar os maus-tratos do pai; posteriormente, ainda mais sofisticadas, devido ao desprezo de uma mulher.

Auto-exilado numa ilha onde pontifica um farol, o bilioso e mesquinho padre dialoga com o leitor para provocá-lo com uma realidade na qual não há bem ou mal, e assim tentar demovê-lo de qualquer noção redentora. Conseguirá? Para ele, não há transcendência, o Universo nos é indiferente e a todos foi negada essa Revelação. Não por acaso, o farol de sua ilha chama-se Lúcifer, ´aquele que detém a Luz´.
O leitor é advertido desde a epígrafe: ´Não se deve confiar em ninguém´. A vida real é feita de rupturas, exceto para aquela maioria dos homens que perde a oportunidade de viver de fato por nunca romper com nada realmente importante, adverte-se. Num testemunho insidioso, que concilia situações hilariantes com outras de horror repulsivo e escatológico, somente o cinismo impera. Nisso, põe-se o padre a fazer troça dos ´católicos que acreditam nas besteiras do catolicismo´ e a manipular todos, fiéis ou descrentes, para atingir seus fins amorais, chegando à sofisticação de submeter-se voluntariamente a sessões de tortura para dar vazão a seus caprichos vingativos.
Um mal que - posto em tom neutro como só é possível por meio de uma arte superior como a literatura - nos permeia a todos e nos leva a refletir sobre nossa condição social e humana. Um mal na sua essência, que nada tem de panfletário e denunciador, que encontra solo fértil na sociedade e no sistema político atuais.


Beijoos!!!

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