17 agosto 2015

Semana Thaís Lopes



Olá Leitores, tudo bem? 

Essa semana será um pouco diferente aqui no blog, faremos um especial com os livros da autora Thais Lopes. Essa semana tem o objetivo de atrair mais leitores para essa autora tão sensacional. Espero muito que gostem, e hoje, dando o ponta pé inicial, teremos a apresentação dos mundos de uma forma bem geral. Todos os post que serão apresentados foram escritos pela autora, com o conhecimento geral sobre seus mundos, personagens e histórias. Confiram! 


Para quem não me conhece, sou uma louca com probleminhas de excesso de imaginação e que fala demais. Escrevo desde criança, e sempre fui viciada em fantasia, apesar de ter crescido lendo vários gêneros diferentes. Para começar essa semana, vou fazer uma apresentação rápida dos mundos e falar um pouco sobre como foi escrever em casa um deles.


Santuário da Morte: É uma série de fantasia urbana, e a história é ambientada em Belo Horizonte. Nesse “mundo” a humanidade vive lado a lado com os seres sobrenaturais: vampiros, lobisomens e outros metamorfose, fadas, bruxos, demônios.
Quando comecei a escrever O Ciclo da Morte, decidi ambientar a história em BH (e usar trajetos que eu fazia) por pensar que seria mais fácil. Iludida... No fim das contas esse é o mundo que acho mais difícil de trabalhar. Acho que fazer a história funcionar em um cenário “real” deixou tudo muito mais complicado do que se eu tivesse inventado uma cidade, e não só por eu ter que escrever com um mapa no canto da tela. Isso sem falar que a história em si acabou tomando uma direção que não facilitou muito minha vida.
Então, para resumir: essa é a série dor de cabeça que CUSTA a render e normalmente só rende porque minhas duas betas ficam no meu pé.

Crônicasde Táiran: É uma série de fantasia científica. Esse primeiro arco de história tem quatro livros, dos quais dois e meio já estão escritos. É uma ambientação espacial, com planetas e povos diferentes, cada um deles com suas habilidades, seus poderes.
Comecei a escrever nesse mundo quando tinha dez anos de idade, e lá pelas tantas acabei engavetando as histórias (que já tinham sido reescritas um zilhão de vezes). O resultado é que quando comecei a escrever Sentinela eu já tinha um mundo maduro em mente, e já sabia exatamente o que precisava acontecer. Sentinela foi escrito em mais ou menos dois meses, e Vigilante também. Travei um pouco em Protetora, justamente por causa da complicação dessa série: narrativa em primeira pessoa e uma certa carga emocional/psicológica. Não é sempre que consigo estar no clima para entrar na cabeça dessas minhas personagens para conseguir escrever do jeito que preciso para manter a tensão da história.



Nilue (Aymeria): Aymeria é um mundo de fantasia puxando para o lado tradicional, mas Nilue já puxa para um lado mais sombrio. A primeira coisa que fiz quando percebi a direção que essa história estava tomando foi pegar meus DVDs de backup e desenterrar um monte de bandas e músicas da minha época gótica trevosa, porque esse é o clima da história. Está sendo divertido escrever Nilue, apesar do clima mais sombrio (tudo bem que amo dark fantasy haha), e é outra história que está sendo rápida e ‘fácil’ de escrever.

Tempestade (Cidades Livres): Essa história se passa em um cenário pós apocalíptico com elementos sobrenaturais (já falei que gosto de sair misturando as coisas, né?). A humanidade e os seres sobrenaturais entraram em guerra, transformaram o planeta em um grande deserto, e cada um se isolou em suas cidades. Mesmos sendo um conto, Tempestade foi um pouco complicado e demorado de escrever, por causa das mil informações e passado do mundo e dos personagens que eu não podia colocar ali. Mas é uma história mais velha, e não tenho boa memória para falar mais sobre como foi escrevê-la.

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